Como disse, para muitas noivas, casar no religioso é de suma importância, pois para elas é como que a sua união com o noivo estivesse sendo abençoada não somente pelo padre, mas sim por Deus. Porem, atualmente, vem se quebrando certos padrões que foram estabelecidos pela sociedade, e algumas novidades “matrimoniais” estão surgindo.
O importante é que o casal que está se unindo para formar uma família seja feliz, e como disse e que o amor entre o marido e a mulher seja eterno enquanto duresábado, 28 de agosto de 2010
Casamento Judaico
Eu te consagro a Mim para sempre!
Esta cerimónia é repleta de rituais que simbolizam a beleza do relacionamento entre marido e mulher, as obrigações mútuas, bem como com o povo judeu. Durante a preparação para o casamento, o chatan (noivo) e a kallah (noiva) preparam-se para um futuro religioso e espiritual.
Assinar um contrato
A tradição judaica especifica que, antes da cerimónia do casamento, seja redigido um contrato e assinado por duas testemunhas e pelos noivos. As testemunhas devem ser homens adultos, seguidores das mitsvot, preceitos, da Torá, sem serem parentes dos noivos e entre si.
O contrato de noivado pode ser feito com antecedência, mas há um costume de realizá-lo logo antes da chupá, são lidos e assinados na Cabalat Panim, antes da cerimónia de casamento. Após a leitura do documento, as mães dos noivos quebram um prato de porcelana. A mensagem é clara: a porcelana nunca pode ser consertada da mesma forma que quebrar um contrato de noivado é algo muito grave.
O jejum
Para os noivos, o dia do casamento judaico assemelha-se a um Yom Kipur pessoal, por isso é passado em jejum, oração, atos de bondade (tsedacá) e reflexão espiritual. Tradicionalmente, diz-se que, neste dia, Deus perdoa as eventuais transgressões cometidas em suas vidas, para que juntos possam começar uma nova caminhada num estado totalmente puro.
Purificação espiritual
Antes da núpcias, a noiva deve imergir nas águas do micvê para uma purificação espiritual (este ato deve ser repetido todos os meses). Recomenda-se que nesta data o noivo também se purifique no micvê com o mesmo propósito.
Por ser um assunto extremamente complexo, que requer um esclarecimento mais amplo e profundo, as leis de pureza familiar são minuciosamente estudadas pelo noivo e pela noiva com orientadores competentes.
asamento Judaico
Eu te consagro a Mim para sempre!
Presentes
No Monte Sinai, no "Grande Casamento" entre Deus e o povo de Israel, os judeus tiveram a visão de Deus envolto num talit, xale de orações. Por este motivo, é um antigo costume judaico que a noiva dê ao noivo um talit novo como presente antes do casamento (e o noivo presenteia-a com um par de castiçais).
Cada momento da solenidade de um casamento judaico tem um significado próprio, geralmente relacionado à história do povo judeu. A cerimónia realiza-se debaixo de uma chupah (toldo), simbolizando o novo lar que irá ser construído, em que o casal deverá viver segundo os mandamentos das leis judaicas mantendo as tradições milenares do seu povo.
As vestes
Antes da chupáah o noivo veste o kitel branco. Este lembra uma mortalha. Mesmo neste seu dia mais feliz o homem deve ter em mente que é mortal. Este pensamento afastará a pessoa do pecado. Recordar o dia da morte é também um lembrete para o casal que o casamento deve perdurar até o último dia de suas vidas. A noiva costuma usar um vestido de cor clara, que indica pureza, já que todos os pecados dos noivos são perdoados no dia de seu casamento.
A última etapa preparatória para o casamento ocorre quando o noivo, acompanhado por seus pais e todos os convidados, se dirige até o local onde a noiva recebe os convidados e coloca o véu sobre a sua cabeça.
Neste momento, é costume os pais abençoarem a noiva, colocando suas mãos por cima da sua cabeça proferindo a bênção: "Que D'us te faça como as Matriarcas Sara, Rivca, Rachel e Lea" e também a bênção sacerdotal.
O costume de se cobrir o rosto da noiva lembra a nossa matriarca Rivca, em seu recato, cobrindo seu rosto com um véu em seu primeiro encontro com Yitschac. Cobrir os cabelos simboliza a modéstia que caracteriza as virtudes da mulher judia. Outro motivo pelo qual o noivo cobre o rosto da noiva é que a Presença Divina irradia do rosto da noiva neste momento, e por isto deve ser coberto. Mais um motivo é para indicar que o noivo não está interessado apenas na sua beleza física, pois beleza é algo passageiro, pode desvanecer com o tempo.Ele está atraído pelas suas qualidades espirituais, algo que ela nunca irá perder.
Quebrar o copo
No final da cerimónia parte-se um copo de vidro lembrando a todos que mesmo na maior alegria pessoal devemos lembrar a destruição do Templo Sagrado de Jerusalém e continuar a almejar pela sua reconstrução.
Outros significados para a quebra do copo:
Lembra as primeiras Tábuas da Lei, quebradas após o "Grande casamento" entre Deus e o povo de Israel; que somos mortais e devemos casar-nos e multiplicar-nos; que somos como vidro, que mesmo quebrado, pode ser reconstituído, como através de nosso sincero arrependimento somos perdoados.
Ao som do copo quebrado, a atmosfera solene é rompida e substituída por danças e música. Todos devem animar os noivos expressando a alegria e apoio ao casal que constitui a partir deste momento, mais um elo na corrente de vida através da Torá.
O casamento será fortalecido a cada dia através do entendimento entre ambos, dos limites do outro, companheirismo, amizade, carinho, amor, respeito e cumprimento das leis de pureza familiar. Estes são os verdadeiros valores que consagram um casamento judaico.
1. “Periodicamente, vem à tona a questão do casamento espírita. Alguns defendem ardorosamente a sua introdução nas Casas Espíritas, argumentando, entre outras coisas, que o Espiritismo deve ser visto no mesmo pé de igualdade das demais religiões. Sustentam, ainda, que a sua aceitação não traria malefícios doutrinários, implicando, pelo contrário, uma inestimável forma de divulgá-lo, tarefa que se inclui entre aquelas cometidas ao Movimento. (...).
2. Do ponto de vista do Espiritismo, parece-nos, não obstante o respeito devido aos que defendem o contrário, que não é crível nem admissível a celebração de casamento em qualquer de suas instituições. Tal acontecimento implica uma incontestável distorção doutrinária, caracterizando um indesejável apêndice, que não pode prosperar e que, definitiva e antecipadamente, deve ser extirpado, como autêntica medida preventiva para resguardar a integridade dos verdadeiros postulados da Doutrina.
A questão envolve, preliminarmente, a retomada da discussão a respeito de o Espiritismo ser, ou não uma religião. Tudo gira em torno da confusão que se estabeleceu entre religiosidade e religião, entre o aspecto ou lado religioso da Doutrina com uma Religião Espírita.
Entendemos que se verifica, na espécie, a mesma equivocada identidade que se observa entre Cristianismo e Catolicismo. O primeiro, obra do Cristo, conseqüência de seus ensinamentos e exemplos. O segundo, mera criação humana, visando atender muitos mais aos interesses mundanos e imediatistas de mando, poder e glória. No primeiro, prevalece a imorredoura lição que Jesus nos legou no seu diálogo com a samaritana, quando afirmou expressamente: “Deus é espírito e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade” – Jô: 4, 24.
No segundo, predomina o dedo do homem, sua preocupação de sobrepor-se aos demais, sua ânsia de dominação, seu apego às manifestações exteriores de pompa, enfim todas as mazelas típicas de qualquer obra de sua autoria.
3. Além dos inúmeros pronunciamentos de Kardec constantes da Codificação, ele na Revista Espírita, por mais de uma vez se posicionou abertamente contra a ideia de o Espiritismo ser uma religião, exatamente em virtude dos vícios e distorções que, ao longo dos tempos, essa palavra tem propiciado. Sobretudo no eu tange ao sacerdócio profissional (organização eclesiástica), ao objectos de culto, aos sacramentos, e aos rituais preconcebidos (liturgia), há uma total incompatibilidade com os princípios doutrinários. Isso, não obstante possa parecer paradoxal e contraditório, não exclui o seu caráter religioso, em virtude, principalmente, de esse caráter ser inerente à própria natureza do ser humano, que, em nenhuma etapa de sua romagem terrena, dele prescindiu. A religião é, pois, um fato natural ínsito ao homem, ensejando, consequentemente, a distinção que costumeiramente se faz entre religião moral ou filosófica e religião social. sob o primeiro aspecto, é que se admite a natureza ou o lado religioso do Espiritismo, mas daí a dizer que ele é uma religião, semelhante, por exemplo, às muitas que de desenvolveram a partir do Cristianismo, há uma grande distância.
Na Revista Espírita de Dezembro de 18682, Allan Kardec esclarece a questão de forma clara e incontestável, a saber:”O laço estabelecido por uma religião, seja qual for seu objetivo, é, pois, um laço essencialmente moral, que liga os corações, que identifica os pensamentos, as aspirações, e não somente o fato de compromissos materiais, que se rompem à vontade, ou da realização de fórmulas que falam mais aos olhos do que ao espírito”.
Depois de acentuar a importância que tais laços acarretam em relação à fraternidade e solidariedade, prossegue dizendo: “Se assim é perguntarão: Então o Espiritismo é uma religião? Ora, sim, sem dúvida, senhores. No sentido filosófico, o Espiritismo é uma religião, e nós nos glorificamos por isto, porque é a doutrina que funda os elos de fraternidade e de comunhão de pensamentos, mas sobre bases mais sólidas: as mesmas leis da natureza. Por que, então, declaramos que o Espiritismo não é uma religião? Porque não há uma palavra para exprimir duas idéias diferentes, e que, na opinião geral, a palavra religião é inseparável de culto, desperta exclusivamente uma ideia de formas, que o Espiritismo não tem. Se o Espiritismo se dissesse uma religião, o público não veria aí senão uma nova edição, uma variante, se se quiser, dos princípios absolutos em matéria de fé; uma casta sacerdotal com seu cortejo de hierarquias, de cerimónias e de privilégios; não o separaria das idéias de misticismo e dos abusos contra os quais tantas vezes se levantou a opinião pública. Não tendo o Espiritismo nenhum dos caracteres de uma religião, na acepção usual do vocábulo, não podia nem devia enfeitar-se com um título sobre cujo valor inevitavelmente se teria equivocado. Eis porque se diz: doutrina filosófica e moral”. Isso não desmerece em nada o Espiritismo. Pelo contrário, somente o engrandece porque o aproxima muito mais da verdadeira doutrina do Cristo, que dispensou templos e sacerdotes, rituais e formalismos e que, apesar de toda a maléfica ação do homem nos dois mil anos de sua existência, permanece, no que diz respeito à sua faceta ética e moral, extremamente actual e insuperável. (...)
4. (...)
5. O casamento é um contrato, regido pelo Direito Civil e sujeito, por isso mesmo, às mesmas exigências de validade de qualquer ato jurídico. Diante da inexistência de clero organizado e hierarquicamente constituído, a única conseqüência jurídica decorrente de um matrimónio celebrado em um Centro Espírita é a sua nulidade, porquanto oficiado por quem não detinha autoridade para tal. (...) O casamento religioso deve limitar-se, única e exclusivamente, ao âmbito da profissão religiosa dos nubentes, e nunca extrapolar esses limites.
No particular caso dos espíritas, é indiscutível o direito de os nubentes desejarem que a vida em comum que iniciam seja abençoada pela Espiritualidade. Nada há, pois, que impeça ou desautorize, do ponto de vista doutrinário, a realização de uma prece ou de uma cerimonia familiar para esse fim. Transportá-la, contudo, para o recinto de uma Instituição Espírita, revesti-la de aspectos formais e ritualísticos, submetê-la a algumas palavras de ordem, dar-lhe uma conotação social e religiosa semelhante às pomposas cerimónias dos templos que se dizem cristãos, implica, a nosso ver, uma incontestável subversão dos objetivos do Espiritismo.”
O Casamento Islâmico
O casamento Islâmico é um contrato civil baseado em consentimento mútuo do noivo e da noiva,diferentemente da forma sacramental do casamento. A maior parte dos incidentes do contrato são conseqüentemente aplicáveis a tal tipo de casamento; por exemplo, a consideração do casamento na forma de dote, a quebra do contrato pelo divórcio, o dar direitos legais e obrigações nas partes contratuais, e concedendo não mais poder ao marido do que o contrato lhe dá, de uma maneira lícita. O casamento islâmico não requer nem padre nem direito sacramental. Requer apenas o registro do consentimento mútuo. A mulher tem absoluto direito sobre as suas propriedades, adquiridas antes e depois do casamento. Além disso, possui uma distinta penhora sobre as propriedades do marido para o seu dote pré-nupcial.
Regras do casamento:
Há quatro condições para que a mulher seja lícita para o homem
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A permissão do guardião é necessária em caso de casamento de menor (homem ou mulher) sem a qual o casamento é invalido. O soberano ou o seu representante é o guardião onde não há guardião.
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O consentimento da moça é necessário para seu casamento, quer seja ela solteira ou viúva.
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A necessidade de duas testemunhas maiores. Elas devem informar a audiência quanto ao consentimento da moça.
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A proposta e as aceitações da noiva e do noivo são necessárias.
Algumas regras para o casamento:
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A proposta do casamento deve ser submetida ao guardião da moça.
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A khutba (noivado) deve ser anunciada antes de casamento.
juntamente com a proposta e a aceitação.O guardião da moça deve dizer: "Alhamdu Lillah wassalatu âla Rassulillah". Concedo a mão de minha filha em casamento com você. O noivo deve dizer: "Alhamdu Lillah wassalatu âla Rassulillah". Aceito-a em casamento com o seguinte dote.... -
A noiva deve ser informada das condições do noivo.É aconselhável que ambos se vejam antes do casamento.
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Duas testemunhas são necessárias para o casamento.
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Deve-se ter a intenção de estabelecer a Sunnah do Profeta
através do casamento e procurar divulgar isso.
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A noiva deve estar em estado de pureza no dia do casamento. Isso significa que ela não pode ser esposa de outro homem. O casamento não pode ser consumado durante o período de espera. Ela não pode ser infiel ou degenerada. Não pode estar entre as categorias proibidas para o marido:
mãe, avó, filha, irmã, tia paterna, tia materna, mãe adotiva, irmã de leite, enteada, neta, irmã da esposa ainda viva, mulher que maldiz o marido, ou a mulher em estado de ihram.
A Natureza das Injunções do Casamento
O Al-Qur´an manda que nos casemos nos seguintes Versículos:
"Casais os celibatários dentre vós e também os virtuosos dentre vossos servos e servas. Se forem pobres, Allah os enriquecerá com a Sua graça, porque é Munificente, Sapientíssimo. Aqueles que não possuem recursos para casar-se, que se mantenham castos, até que Allah os enriqueça com Sua graça". Depreende-se dos versículos acima que o casamento é a lei natural. Ele só pode ser adiado por duas razões: não se encontrando uma esposa adequada, ou não se tendo os meios para mantê-la. Se essas condições desaparecerem, o mandamento de Allah é de contrairmos casamento. Os juristas estipularam, contudo, as seguintes regras: Quando a paixão é forte, tendo grande chance o homem de cair no pecado, o casamento então se torna obrigatório. Quando o amor é muito forte, o casamento é indispensável. Quando a paixão permanece normal é Sunnah Mu'akada. O casamento se torna desaconselhável quando não há meios de manutenção e não há uma pessoa adequada.
O Profeta disse: "Ó jovens, que case aquele capaz de sustentar a sua esposa, pois o casamento coíbe os olhares furtivos e protege as partes privadas das pessoas. Aquele que não tiver posse para tal, deverá jejuar. É uma expectativa para ele."
E disse também: "Não há nada melhor para duas pessoas que se amam do que o casamento."
E disse: "Quando o homem casa, ele preenche a metade de sua religião. Então, que tema a Allah com a metade restante."
O Divórcio no Islam
Todos os povos, com exceção dos hindús, adotaram a instituição do divórcio nas relações maritais, porque é o corolário do contrato de casamento. A lei hebraica, a lei ateniense, a lei romana, adotaram essa doutrina de várias formas. Mas em todas essas formas, o marido era a autoridade predominante, sem nenhuma contestação ao seu poder. Os cristãos e os judeus também reconhecem essa intuição. O Islam reformou todas essas formas de divórcio e deu-lhes uma forma completa e satisfatória. Deu á mulher certos direitos de divórcio que nenhuma outra legislação lhe havia dado. Ao mesmo tempo, colocou o divórcio em cheque, ao dizer: "De todas as coisas lícitas, a mais abominável para Allah é o divórcio." O divórcio é uma necessidade em circunstâncias anormais. A instituição do divorcio no Islam é uma maneira de se dissolver o contrato de casamento em circunstâncias anormais. Essa dissolução é possível somente em uma forma contratual de casamento, mas não em sua forma sacramental, como no hinduísmo. De acordo com este, o casamento é uma união sagrada de duas almas para a vida, quer haja um acordo ou desacordo entre o casal, ou se o marido oprime a esposa ou não. O divórcio torna-se uma necessidade quando o marido e a esposa não se estão dando bem por um longo período. É uma absoluta loucura conservá-los juntos em laço matrimonial quando é desagradável para ambos. É melhor aumentarem as suas alegrias. Por isso, é lei natural que casais insatisfeitos devem ser separados dos laços matrimoniais para o bem-estar do lar, das crianças e da sociedade. Com a instituição do divórcio, o Islam fez mais bem para a mulher, uma vez que o homem pode ter outras esposas, no caso de desentendimento com a primeira esposa, mas a mulher não pode. Se o homem é impotente, ou se a esposa ou o marido recorre ao adultério, é insensatez conservá-los unidos, especialmente quando todos os esforços para conciliá-los são em vão. Se o marido ou a esposa ficarem enfermos para sempre ou houver insatisfação nas relações sexuais, a justiça exige um divórcio entre ambos.
Considerado um dos sete sacramentos, ou canais para a graça de Deus, a cerimônia de casamento é um assunto sério na Igreja Católica, cheio de profunda espiritualidade e simbolismo muito rico e diversificado. A cerimônia religiosa de casamento na igreja católica possui vários rituais que foram surgindo ao longo dos séculos. Para os mais curiosos, explicaremos alguns desses ritos. Ritos iniciais no casamento católico começam com uma oração de abertura pelo padre, que cita os nomes do casal, pedindo as bênçãos de Deus no dia do casamento.
Em seguida vem a Liturgia da Palavra, em os leitores (geralmente membros da família) leem passagens bíblicas selecionadas pelo casal e pré-aprovada pelo sacerdote, seguido de um breve sermão sobre o casamento dada pelo sacerdote. Após, vem o Rito matrimonial. No rito, toda a congregação assiste ao casal, declarando seu compromisso um com o outro.
Depois dos votos de amor e compromisso, o sacerdote abençoa o casal, junta as mãos de ambos e pergunta a famosa frase conhecida por todos: "Você aceita (noiva / nome do noivo) como sua legítima esposa / marido, para ter e manter, a partir deste dia, para melhor ou para pior, para riqueza e na pobreza, na doença e na saúde, amor e carinho até que a morte os separe? "
Em seguida, ocorre a troca de alianças, em que o noivo dá o anel da noiva para o padre, que o abençoa e o devolve ao noivo para colocar no dedo da noiva. Em seguida, a dama de honra entrega a aliança do noivo para o padre, que abençoa e a aliança para a noiva para colocar no dedo do noivo.
Cada um pode dizer: "Eu levo este anel como um sinal do meu amor e fidelidade, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo". Se a cerimônia ocorre sem uma missa, a cerimônia termina com bênção nupcial e uma oração final do sacerdote. Ele então diz a congregação. Finalmente, o sacerdote recita uma oração, celebração e bênção nupcial pedindo força e proteção para o casal. Em alguns casamentos católicos, a noiva coloca flores no santuário da Virgem Maria como músicos tocam "Ave Maria". Este ritual pode ser feito antes ou após a procissão do recessional.
Casamento budista
A visão budista do casamento é bastante liberal. O casamento não é considerado um dever religioso, mas uma opção pessoal.
Depois das formalidades do registo civil estarem completas, os noivos recebem uma bênção dos monges no templo local. Embora os monges budistas não oficializem a cerimónia legalmente, eles fazem um serviço religioso, em ordem de abençoar os noivos. Do ponto de vista budista, o casamento nem é sagrado nem não-sagrado.
Iniciar o ritual do casamento
O acto de casar normalmente é feito escolhendo-se a noiva em secretismo. Poderá ser feito pelos pais ou pelo próprio noivo. Quando um rapaz encontra a rapariga ideal, envia um amigo da família à casa da rapariga. O amigo usualmente leva uma garrafa de vinho e um lenço de seda branco. O seu papel é ver se a família da noiva mostra receptividade à proposta.
No caso de a família concordar, as duas famílias decidem reunir-se. Nesta reunião os membros das duas famílias marcam uma reunião para que o noivado aconteça. A tradição impõe que o rapaz ofereça um presente à rapariga, que pode até ser um pedaço de terreno.
Trajes
A família decide a cor dos trajes da noiva e do noivo, nunca escolhendo a cor preta. Cores quentes como o vermelho ou o dourado são as cores preferidas para esta ocasião.
A noiva budista usa um vestido bordado chamado, o tradicional bhaku. O vestido lembra um sarong comprido. A noiva usa o vestido com uma blusa sem mangas, complementado com um casaco especial, um lenço e alguma bijutaria feita de pedras preciosas e semipreciosas, como as pérolas. A noiva usa também sapatos especiais feitos para o casamento.
O noivo budista também usa um bhaku, só que com mangas. O bhaku tem um comprimento até aos tornozelos. Este traje bordado é usado com um colete chamado lajha. O noivo usa também uma capa bordada e uma faixa à volta da cintura.
Antes do casamento
A cerimónia chamada Nangchang, é a cerimónia onde o compromisso formal acontece. Esta é presidida por um lama ou um rimpoche. Os tios maternais dos dois lados desempenham um papel importante nas negociações do casamento. Do lado do noivo a mãe e os semelhantes representam os papéis importantes. No caso da noiva, toda a família e amigos participam na ocasião. Os convidados trazem a típica bebida Tsang e vários tipos de carnes para a casa da noiva. Eles oferecem arroz e galinha especialmente à mãe da noiva. Isto é um género de pagamento pelo facto da mãe ter amamentado a filha. As famílias voltar-se-ão a reunir de novo para marcarem a data do casamento. O dia da partida da noiva de casa de sua mãe é decidido.
Ritual do casamento budista
Em frente a um altar do deus Buddha, todo decorado com flores e velas, os noivos, as famílias e os convidados juntam-se. O noivo, a noiva e os convidados recitarão o Tisarana, Pancasila e o Vandana quer em Pali, ou outra língua.
É pedido aos noivos que acendam as velas e os incensos. Seguidamente os noivos oferecem flores à imagem de Buddha. Depois disto, o noivo e a noiva deverão recitar à vez, os votos que são prescritos para cada um deles.
- Votos do noivo: "Em frente à minha mulher que acolho, aceito ama-la e respeitá-la, ser amável, ser fiel, delegar as tarefas domésticas e providenciar presentes para a satisfazer”.
- Votos da noiva: “Em frente ao meu marido que acolho, aceito realizar as tarefas domésticas eficazmente, ser hospitaleira para com os seus parentes e amigos, ser fiel, proteger os nossos ganhos, efectuar as minhas responsabilidades com amor e conscienciosamente”.
No fim da cerimónia, só os pais ou os semelhantes citarão o Mangala Sutta e o Jayamangala Gatha oferecendo a sua bênção aos noivos.
Celebração do casamento
Musica e dança fazem sempre parte de um casamento, num casamento budista não é diferente, as danças tradicionais são celebradas. As mulheres têm as suas próprias danças e os homens dançam versões muito mais monásticas.
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O banquete de casamento inclui pratos de carne de vaca e de porco. Pratos de arroz também são pratos habituais Os budistas usam pratos orientais, daí os seus pratos serem geralmente assados ou cozidos. Os banquetes budistas têm entradas e doces típicos do norte da Índia e pratos budistas como a sopa Nettle feita de orquídeas e queijo.